Dicas
CHOOSE BY TAGS
abaixo assinado para destituir o sindico Analise de Risco em Condomínios assembleia para destituir sindico Centro de Capacitação de Sindicos como destituir o sindico como destituir o sindico do condominio carta de renuncia de sindico como destituir sindico como destituir um sindico como destituir um sindico do condominio como destituir um sindico judicialmente Como tirar o Síndico convocação de assembleia para destituição do sindico curso de sindico Curso para administrar condomínio; Curso para Sindico Profissional Curso Sindico destituir o sindico destituir sindico destituir sindico condominio Destituir sindico e conselho destituição de sindico de condominio destituição de sindico jurisprudencia destituição do administrador de condominio Destituição de Síndico destituição de síndico de condomínio edilício destituição de síndico profissional destituição de síndico quorum destituição do sindico destituição do sindico jurisprudencia destituição do sindico quorum destituição sindico motivos destituição sindico quorum evento para sindico Fotos evento para síndicos Mediação de Conflitos em Condomínios motivos para destituir um sindico o sindico pode ser destituido quorum destituição síndico qual o quorum para destituir o sindico quando o sindico pode ser destituido quando um sindico pode ser destituido quorum para destituir sindico quorum para destituição de síndico renuncia de sindico segurança em condomínio sindico do condominio síndico tirar sindico do cargo Workshop para sindicos

A saúde do mercado imobiliário brasileiro foi afetada pela a crise que afeta o país, para quem olha de fora do mercado, o setor dá sinais de que está cada vez mais complicado encontrar compradores para casas e apartamentos, isso acontece por conta do endividamento da classe C, além das altas taxas e das baixas ofertas de crédito.

O mercado imobiliário é um dos principais setores que mais gera empregos no país, por a uma grande perspectiva para 2018 para que o mercado volte receber novos investimentos.

Em tempos de crise a tendência é de que o cidadão mais cautela ao comprar, dificilmente alguém compra sem antes pensar duas, três vezes, as pessoas avaliam muito ao se comprometer com grandes investimentos, assim o mercado imobiliário pode acabar esfriando seus ganhos.

Quando a economia retorna ao rumo de crescimento, com a retomada de empregos e a estabilização financeira o mercado imobiliário começa ser ativado novamente.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em nota divulgou que está otimista com o crescimento do mercado imobiliário em 2018, José
Romeu Ferraz, presidente do órgão a redução da taxa anual de juros básicos indica um aumento na atratividade das aplicações na caderneta de poupança, que por sua vez amplia o acesso aos recursos de crédito imobiliário.

É previsto que a taxa de Selic baixe para 8% no próximo ano, essa previsão teve impacto imediato no setor financeiro, Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimento do Santander, por exemplo, demonstrou confiança retomada do crescimento do mercado imobiliário do país e afirmou que o pior momento da crise do setor imobiliário já passou.

O setor começou a se recuperar a partir do segundo semestre deste ano, apesar de singela, muito disso se deve ao programa Minha Casa Minha Vida, que registrou atualização de regras feita pelo o Governo Federal, agora o limite da renda dos consumidores que podem adquirir uma propriedade pelo o programa passou de 6,5 mil para 9, mil R$, apesar do mercado está estagnado, algumas construtoras e incorporadoras estão seguindo manter seus lançamentos em dia, Luiz Antônio França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras (ABRAINC), acredita na possibilidade de retomada real do setor.
Porém ele pondera que o crescimento depende de vários fatores, como por exemplo a maior instabilidade política no país, além disso é preciso que os impostos não aumentem e é imperativo que o aumento da arrecadação venha a partir do crescimento da economia e não do aumento da carga tributária.
Boletim recente de crédito do Banco Central divulgou que a concessão de financiamento imobiliário com recursos direcionados para pessoas jurídicas (Empresas) que caiu em torno de 51% para R$ 1,058 Bilhão em março de 2017 em comparação aos R$ 2,157 em março do ano passado, isso aconteceu, pois a taxa de inadimplência das pessoas jurídicas aumentou 1,4 percentual em um ano.
Como vimo, se a taxa Selic cair para um patamar mais baixo a poupança tende fica mais atrativa com a queda de juros e produzir recursos para o setor imobiliário, o setor não deve depender apenas desse fator, é preciso endereçar outras fontes de captação, como, por exemplo, a letra imobiliária garantida (LIG).
Em março de 2017, o aumento de empréstimos com recursos de poupança para aquisição e construção de imóveis e somou R$ 4,01 bilhões e o crescimento de 36% no mês, mas 9,2% abaixo em relação ao mesmo mês de 2016 enquanto no primeiro semestre 2017, os financiamentos imobiliários foram somados em R$ 10,06 bilhÕes, queda de 7,8% ao registrado no mesmo período do ano passado.
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2017 em 3,2% e chegar a 4,3% em 2018, mostram que as perspectivas para o mercado imobiliário são otimistas.
Apesar do país atravessar uma crise financeira e estagnação financeira, o mercado está confiante em relação á quedas nas taxas de juros e a inflação do país. Para esse ano de 2018 caso aconteça, as taxa de juros sendo reduzidas irá favorecer o poder de compra do consumidor, que estimulará a aquisição de imóveis enquanto o momento está favorável.
Essa situação faz as incorporadoras pensem em estratégias para fechar negócios, por isso tem que estar ligado no setor, como incorporadoras, imobiliárias, fundos imobiliários.

Fonte: https://exame.abril.com.br